jjoycededalusIIcrescemos todos com os olhos postos na terra]
alguns, os clarividentes tomam o rumo do esqucimento-de-si]
esses são os bem-aventurados]
outros, aventuram-se na busca do conhecimento, das verdades, quais espiritos-livres]
o sofrimento é a sua compensação]
outros, ainda, escrevem, num esforço último de iludir um devir homicida]
Saturday, December 16, 2006
Friday, December 15, 2006
Saturday, December 02, 2006
jjoycededalusII: April 2006
escrevo em dois de Dezembro, mas com os olhos postos em arabescos riscados no dealbar da último estio...
o ladrar bem puxado do cão que arranhava aquele verde cinza do portão de metal, riscava escaldantemente os meus delicados tímpanos.
E a dona~, que teimava em não emergir.... nem sequer uma criadita de olhar ausente,pescado e sequestrados em quartos de hotel de bandos migratórios de chícaras de café barato e fora de prazo...
'ai que estou numa idade difícil..'disse ela pela derradeira vez que a ouvi, corria eu à frente dela e as pernas sem força e o estômago a pedir comida e as sandálias com pouca pressão, mesmo medida em bares...ela tão doente,tão ciosa do seu cio...gasto.te muito...suspirava ela olhando por cima dos óculos,por cima do livro aberto de M. Cunnigham...
o ladrar bem puxado do cão que arranhava aquele verde cinza do portão de metal, riscava escaldantemente os meus delicados tímpanos.
E a dona~, que teimava em não emergir.... nem sequer uma criadita de olhar ausente,pescado e sequestrados em quartos de hotel de bandos migratórios de chícaras de café barato e fora de prazo...
'ai que estou numa idade difícil..'disse ela pela derradeira vez que a ouvi, corria eu à frente dela e as pernas sem força e o estômago a pedir comida e as sandálias com pouca pressão, mesmo medida em bares...ela tão doente,tão ciosa do seu cio...gasto.te muito...suspirava ela olhando por cima dos óculos,por cima do livro aberto de M. Cunnigham...
jjoycededalusII
jjoycededalusIIESPERO
Espero sempre por ti o dia inteiro,
Quando na praia sobe, de cinza e oiro,
O nevoeiro
E há em todas as coisas o agoiro
De uma fantástica vinda.
Sophia de Mello Breyner
Espero sempre por ti o dia inteiro,
Quando na praia sobe, de cinza e oiro,
O nevoeiro
E há em todas as coisas o agoiro
De uma fantástica vinda.
Sophia de Mello Breyner
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