pouca fé
aliás,
nenhuma:
tu só queres ser amado....não queres amar
....
ou não consegues.....
Friday, December 28, 2007
Sunday, December 23, 2007
Friday, December 21, 2007
carlos drumon andrade com o seu 'carpe annus 2008'
Carlos Drummond de Andrade)
O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem. 2007 foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. Às vezes se espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal. 2008 não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
O que eu desejo para todos nós é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3, a dos amigos. Ou mude de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém. O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro: cuidado com seus desejos, eles podem se tornar realidade).
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial.
2008 pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
2008 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!! Feliz olhar novo!!!
Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!"
UM ANO NOVO CHEIO DE MUDANÇAS!!! FELIZ 2008!!!
O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem. 2007 foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. Às vezes se espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal. 2008 não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
O que eu desejo para todos nós é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3, a dos amigos. Ou mude de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém. O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro: cuidado com seus desejos, eles podem se tornar realidade).
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial.
2008 pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
2008 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!! Feliz olhar novo!!!
Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!"
UM ANO NOVO CHEIO DE MUDANÇAS!!! FELIZ 2008!!!
Thursday, December 13, 2007
Friday, November 23, 2007
Thursday, November 22, 2007
tremenda auto-mutilação da alma
"Quando vires os teus olhos a verem-te, quando não souberes se tu és tu ou se o teu reflexo no espelho és tu, quando não conseguires distinguir-te de ti, olha para o fundo dessa pessoa que és e imagina o que aconteceria se todos soubessem aquilo que só tu sabes sobre ti!"
José Luís Peixoto
José Luís Peixoto
Saturday, November 17, 2007
Friday, November 16, 2007
Wednesday, November 14, 2007
Sunday, November 11, 2007
dá-me cá todas as horas, minutos e segundos do teu dia...
http://www.youtube.com/watch?v=hwPIVj8Uoh0
Friday, November 09, 2007
Thursday, November 08, 2007
Saturday, October 20, 2007
Friday, October 12, 2007
a tribute to algore,em escrita contínua...
a minha fé vai no sentido do mercúrio: por norma acredito no termómetro...mas cada um acredita naquilo que lhe convém...era sexta à tarde fazia sol e estavam uns quantos de falhados ao pc enquanto um tal al gore - o al deve ser relativo à proveniência arabe, a receber sucessivas felicitações ao telefone móvel,sentado na relva do central park e a deitar peanuts para a mesma, digo relva...mas os seguranças iam recolhendo com prestimoso afecto e ternura as cascas de amendoíns, como benfeitorias desanexadas ao prémio nobel,que aíás, em breve serão leiloadas , quiçá na fria rússia, e adquiridas administrativamente-para descontrolo nervoso dos liberais-pelo senhor Putin.
Tuesday, October 09, 2007
Alexander Klooest, 'o deus que era ateu,pág. 9
Convém, talvez, dizer qualquer coisa sobre mim. Não que seja importante dar-me a conhecer. A revelação do meu ser não é de agora, ao longo dos séculos procurei sempre mostrar-me mas poucos chegaram à essência do que sou na verdade. O meu nome é o menos importante. Não nasci. Não fui sequer gerado. Existo como o vento, como a pele nua que o sente quando passa. Sou um velho desconhecido das pessoas. Amei-as e fui amado por elas. Quando me começaram a esquecer também me fui esquecendo delas e dos seus anelos. Esta é a única possibilidade da história: o fim. Acabou. Factum fieri nequit infectum. Deixei de acreditar.
Tuesday, October 02, 2007
era Terça ,hora de almoça chovia em portugal e talvez cacimbo em luanda...
Armando diz:
é .. a ternura é a resposta do nosso ressentimento à tesão pura
Armando diz:
esta frase está boa,vou posta-la!
Tokê diz:
onde é q foste delapidar essa frase
Tokê diz:
muito boa
Tokê diz:
ressentimento ou má consciência
Armando diz:
é igual
Tokê diz:
não é bem igual: ressentimento implica alguma maldade e ressabiamento; má consciência é mais a dar prá vergonha
Armando diz:
sim, e já pensaste que a culpa é algo que não existe? é tipo uma sobra da VERGONHA?
Armando diz:
sombra
Tokê diz:
sobra tbm estava boM
Armando diz:
sim,no sentido que é menos,porque esta última de facto existe,muitas vezes apelidada de remorso
é .. a ternura é a resposta do nosso ressentimento à tesão pura
Armando diz:
esta frase está boa,vou posta-la!
Tokê diz:
onde é q foste delapidar essa frase
Tokê diz:
muito boa
Tokê diz:
ressentimento ou má consciência
Armando diz:
é igual
Tokê diz:
não é bem igual: ressentimento implica alguma maldade e ressabiamento; má consciência é mais a dar prá vergonha
Armando diz:
sim, e já pensaste que a culpa é algo que não existe? é tipo uma sobra da VERGONHA?
Armando diz:
sombra
Tokê diz:
sobra tbm estava boM
Armando diz:
sim,no sentido que é menos,porque esta última de facto existe,muitas vezes apelidada de remorso
Friday, September 21, 2007
era sexta à tarde, estava sol,os relógios paravam...
e...
eram que pensamentos?
e...
eram que esquecimentos?
e...
porque chorava eu?
e...
e porque me fugias com tanto silêncio?
tinhas mesmo que me mostrar esse teu silêncio....
eram que pensamentos?
e...
eram que esquecimentos?
e...
porque chorava eu?
e...
e porque me fugias com tanto silêncio?
tinhas mesmo que me mostrar esse teu silêncio....
Monday, September 10, 2007
Monday, August 27, 2007
is it real?
Qualquer criança sabe que, se insistir em deitar açúcar num copo de água, o resíduo acumula no fundo sem adoçar: a solução ficou saturada.
Tuesday, August 21, 2007
Friday, August 10, 2007
comungo da tua tristeza
tristes sã0 os sorrisos de verão
ledos e idos, sempre em pretérito modo
sempre a perder
como os corpos horríveis que se pastam pelas praias sem decoro....
ledos e idos, sempre em pretérito modo
sempre a perder
como os corpos horríveis que se pastam pelas praias sem decoro....
Monday, August 06, 2007
sim....esperei! acaso apagaste-me?
os castelhanos proverbiais e modais no uso do vervo dizem: ?borraste-me?
Friday, July 27, 2007
praga de gafanhotos
as sirenes cortantes de asas em silvo
retalham nossos tímpanos]
sirenes sem agudos...mas que heterodoxo)
silvos cortantes, lavram leivas nos nossos cérebros recozidos
insectos repelentes que entram em nossas bocas trilhadas,gretadas,secas,empoeiradas,
com pó, mas sem seiva do sabugo...
retalham nossos tímpanos]
sirenes sem agudos...mas que heterodoxo)
silvos cortantes, lavram leivas nos nossos cérebros recozidos
insectos repelentes que entram em nossas bocas trilhadas,gretadas,secas,empoeiradas,
com pó, mas sem seiva do sabugo...
Wednesday, July 25, 2007
o silvo de um grito anódino...
já me tinham avisado....Não devia olhar...nem pelo reflexo de um espelho...fiquei cego...não por causas imbecis como no livro de saramago...quedo-me ledo e cego e espero o sonho...só esse me trará o sortilégio de voltar a ver as cores de lágrimas a rolar em rosto filial sob um sol filho de um deus maior
Tuesday, July 24, 2007
Wednesday, July 18, 2007
Tuesday, July 17, 2007
os rios corriam secos, o vento trazia grãos de trigo estéreis, a que soi chamar-se areia
e vinhas a correr tanto...tanto. Quase tanto como os grãos de trigo estéreis...
uma fome de passado distante entranhava-se em nossos intímos, o teu mais ofegante, mais carecido de oxigénio...mas ávido e aventureiro....
o verbo, esquecido algures no meio do tráfego, um bom par de horas para trás...
-'esquece' diziam os teus olhos enquanto estarreciamos mirando amoras silvestres levemente pigmentadas de rosáceo púrpura...
e.... onde se esconderam os morangos silvestres? pensavam as plantas dos nossos pés
uma fome de passado distante entranhava-se em nossos intímos, o teu mais ofegante, mais carecido de oxigénio...mas ávido e aventureiro....
o verbo, esquecido algures no meio do tráfego, um bom par de horas para trás...
-'esquece' diziam os teus olhos enquanto estarreciamos mirando amoras silvestres levemente pigmentadas de rosáceo púrpura...
e.... onde se esconderam os morangos silvestres? pensavam as plantas dos nossos pés
Monday, July 09, 2007
prefab sprout: when love breaks down
My love and I, we work well together
But often we're apart
Absence makes the heart lose weight, yeah,
Till love breaks down, love breaks down
Oh my, oh my, have you seen the weather
The sweet September rain
Rain on me like no other
Until I drown, until I drown
When love breaks down
The things you do
To stop the truth from hurting you
When love breaks down
The lies we tell,
They only serve to fool ourselves,
When love breaks down
The things you do
To stop the truth from hurting you
When love breaks down
The things you do
To stop the truth from hurting you
When love breaks down,
Love breaks down
My love and I, we are boxing clever
She'll never crowd me out
Fall be free as old confetti
And paint the town, paint the town
When love breaks down
The things you do
To stop the truth from hurting you
When love breaks down
The lies we tell,
They only serve to fool ourselves,
When love breaks down
The things you do
To stop the truth from hurting you
When love breaks down
You join the wrecks
Who leave their hearts for easy sex
When love breaks down
When love breaks down
But often we're apart
Absence makes the heart lose weight, yeah,
Till love breaks down, love breaks down
Oh my, oh my, have you seen the weather
The sweet September rain
Rain on me like no other
Until I drown, until I drown
When love breaks down
The things you do
To stop the truth from hurting you
When love breaks down
The lies we tell,
They only serve to fool ourselves,
When love breaks down
The things you do
To stop the truth from hurting you
When love breaks down
The things you do
To stop the truth from hurting you
When love breaks down,
Love breaks down
My love and I, we are boxing clever
She'll never crowd me out
Fall be free as old confetti
And paint the town, paint the town
When love breaks down
The things you do
To stop the truth from hurting you
When love breaks down
The lies we tell,
They only serve to fool ourselves,
When love breaks down
The things you do
To stop the truth from hurting you
When love breaks down
You join the wrecks
Who leave their hearts for easy sex
When love breaks down
When love breaks down
Wednesday, July 04, 2007
Friday, June 29, 2007
na minha aldeia as mulheres usam bigode...mas não estarrecem...
estar na minha terra é estar no puncto de partida para todos os continentes...estar na minha terra é estar em Miranda, estar na capital da Venezuela e falar a minha língua e, no meio dos familiares bigodes paquistaneses...É estar em Ontário a beber vinho tinto feito a martelo,mas duma garrafa de coca-cola,dispensando o copo, num parque verde..É estar na Àfrica do Sul, estar em toda a Europa, é estar em Marte, onde é pronúncia oficial.
Tuesday, June 26, 2007
seriam uns 6 ou 7, talvez mais...
assim ao perto é mais distinto...esta lancinante míopia faz com que o longe apareça sem fronteiras, impressionista e desfocado. Assim ao perto o teu pelo de felino tem um ar luzidio uma cor de abandono de descampado...recolheste a mim, fazes-me sentir grande, aconchegador, porto de abrigo...
Monday, June 25, 2007
se fosse sempre como naquela manhã de sol e esperança...
rias-te perdidamente...
[os meus filhos, todos os rios que desaguam aqui nesta praia,
os meus antepassados todos cujo esforço feneceu,
mas,
brotou sangue vivo,
brotaram almas que olham acima o horizonte...]
rias-te perdidamente
esquecido de ti...
enquanto rias esquecido de ti,inexistia longe, tarde, cedo...
inexistia o teu corpo, a tua alma...
eras feliz!
[os meus filhos, todos os rios que desaguam aqui nesta praia,
os meus antepassados todos cujo esforço feneceu,
mas,
brotou sangue vivo,
brotaram almas que olham acima o horizonte...]
rias-te perdidamente
esquecido de ti...
enquanto rias esquecido de ti,inexistia longe, tarde, cedo...
inexistia o teu corpo, a tua alma...
eras feliz!
Thursday, June 21, 2007
Friday, June 15, 2007
o inferno na visão além Tajus
é já ali..vês aquele monte lá ao fundo?...oiço eu. esta recta chata que me dá alcatrão a comer, que desliza por baixo de mim , como corpo em cópula de sacristão, esta recta, esta estrada, este calor, esta paisagem àrida, tão pouco cristã, esta dor de alma que teima em nao se afogar nos litros de água que bebo sem parar...
Thursday, June 14, 2007
Wednesday, June 13, 2007
enquanto morrisey canta algo como ' U hav kill'd M'
assustam.me as meninas da meteorologia com uma tempestade inusitada, mas deixei à muito de acreditar quando me dizes, és um deus, o meu deus, ai se me conhecesses o demónio,esta noite apenas está um pouco ventosa, este vento atira-me gotículas de linfa cristalina nas fuças mal escanhoadas, no nariz aquilino de tanto anquilozar, agora morrisey canta 'let M kiss U', este frio de Junho, meu deus, a t.shirt molhada empasta-me a pele encrespada o vento levanta uma voz insuspeita feita audível por entre esta folhagem por cima deste banco de jardim, com uma madeira tão velha, tão gasta...'O menino tem lume'oiço ao perto, mas entrevejo distante um vulto disformemente magro, que me olha inquisidoramente...tenho fósforos molhados, nem chego a pensar porque um ramo deste chorão me vergasta a cara, deixo escapar um ai, o vulto arremeda-me um 'desculpa menino', mas onde está o menino, concluí eu cinco minutos mais tarde...
era sexta à tarde, fazia frio...
sim, sim....e acto contínuo atirei a máquina de falar portátil contra o chão em paralelos de um paralelipípedo um tanto regular, não... café expresso se faz favor, a empregada-de-mesa, tinha um olhar estranho...só mais tarde tive conhecimento oficial pelo Diário da República, que era estrábica, porquanto se encontrava nada desacompanhada nas listas de espera para operações públicas, digo públicas, pois as operações púbicas fazem.se em países com costumes indecorosos face aos mandamentos insanes da santa madre igreja, que neste tempo de sexta-feira mantém seguidores em muitos locais e depois... bem vistas as coisas, telemóveis e missais de esperança são coisas, com algum relevo, ainda se faz alguma coisa por cá, bem sei, seriam uns sete cães diz a menina com cara de p. da sic notícias em directo do algarve onse se procum ariano de 2 metros de altura que se perdeu, coitado...
Tuesday, June 12, 2007
pérolas do supremo tribunal...
1. A prática desportiva de tiro com chumbo aos pombos em voo, apesar de se proceder ao arranque prévio das penas da cauda e só depois serem lançados em voo, a morte ou a lesão física que resulta dos tiros que se lhe seguem, não envolve sofrimento cruel nem prolongado.
2. O tiro aos pombos em voo, constitui uma modalidade desportiva, com longa tradição cultural em Portugal, regulada pela Federação Portuguesa de Tiro com Armas de Caça, com estatuto de utilidade pública desportiva e, não se enquadra na proibição prevista pelo artigo 1.º , n.ºs 1 e 3 alínea e) da Lei n.º 92/95 de 12 de Setembro, nem por qualquer outra disposição legal.
3. A Lei n.º 92/95 de 12/09, tem em vista proteger os animais contra violências cruéis ou desumanas, que não se verificam com o tiro aos pombos em voo, por essa prática, não caracterizar crueldade ou desumanidade e se justificar por existir reconhecida tradição cultural enraizada numa grande camada do povo português, não estando por isso abrangida na referida previsão legal.
2. O tiro aos pombos em voo, constitui uma modalidade desportiva, com longa tradição cultural em Portugal, regulada pela Federação Portuguesa de Tiro com Armas de Caça, com estatuto de utilidade pública desportiva e, não se enquadra na proibição prevista pelo artigo 1.º , n.ºs 1 e 3 alínea e) da Lei n.º 92/95 de 12 de Setembro, nem por qualquer outra disposição legal.
3. A Lei n.º 92/95 de 12/09, tem em vista proteger os animais contra violências cruéis ou desumanas, que não se verificam com o tiro aos pombos em voo, por essa prática, não caracterizar crueldade ou desumanidade e se justificar por existir reconhecida tradição cultural enraizada numa grande camada do povo português, não estando por isso abrangida na referida previsão legal.
Sunday, May 27, 2007
Friday, May 25, 2007
Friday, May 18, 2007
Sunday, May 13, 2007
Friday, May 11, 2007
jjoycededalusII: November 2005
Had I the heavens' embroidered cloths,
Enwrought with golden and silver light,
The blue and the dim and the dark cloths
Of night and light and the half-light,
I would spread the cloths under your feet:
But I, being poor, have only my dreams;
I have spread my dreams under your feet;
Tread softly because you tread on my dreams.
tivesse eu os tecidos bordados dos céus,
lavrados com a prata e o oiro da luz..
Os tecidos azuis e foscos e de breu
que tem a noite a luz e a meia-luz,
estenderia esses tecidos a teus pés!
Mas eu, porque sou pobre, apenas tenhos sonhos;
São os meus sonhos que estendo a teus pés;
Sê suave no pisar com que pisas os meus sonhos.
de William Butler Yeats...
Had I the heavens' embroidered cloths,
Enwrought with golden and silver light,
The blue and the dim and the dark cloths
Of night and light and the half-light,
I would spread the cloths under your feet:
But I, being poor, have only my dreams;
I have spread my dreams under your feet;
Tread softly because you tread on my dreams.
tivesse eu os tecidos bordados dos céus,
lavrados com a prata e o oiro da luz..
Os tecidos azuis e foscos e de breu
que tem a noite a luz e a meia-luz,
estenderia esses tecidos a teus pés!
Mas eu, porque sou pobre, apenas tenhos sonhos;
São os meus sonhos que estendo a teus pés;
Sê suave no pisar com que pisas os meus sonhos.
de William Butler Yeats...
Wednesday, May 02, 2007
Epífania do Rosto____Lévinas
“A face do Outro - não é a revelação do arbitrário da vontade mas da sua injustiça . A consciência da minha justiça produz-se quando me inclino não perante o facto mas perante o Outro. O Outro com a sua face não me aparece como uma ameça nem como um obstáculo , mas como o que me mede. É preciso para me sentir injusto que eu me meça com o infinito. É preciso ter a ideia de infinito que é também a ideia de perfeição, para conhecer a minha imperfeição.”
Saturday, April 28, 2007
fernando pessoa,1933
"Coitadinho/
Do tiraninho!/
Não bebe vinho /
Nem sequer sozinho.../
Bebe a verdade/
E a liberdade,/
E com tal agrado/
Que já começam/
A escassear no mercado./
Coitadinho/
Do tiraninho"...
Do tiraninho!/
Não bebe vinho /
Nem sequer sozinho.../
Bebe a verdade/
E a liberdade,/
E com tal agrado/
Que já começam/
A escassear no mercado./
Coitadinho/
Do tiraninho"...
Friday, April 27, 2007
Thursday, March 29, 2007
Monday, March 12, 2007
Thursday, March 01, 2007
Wednesday, February 21, 2007
Saturday, February 17, 2007
Hasse...
... vou ... esperar ansiosa
atracção que a insónia desse vultohá-de exercer sobre mim.
Rodoaté à tontura da morte.
Torturo-me
até à alegria...
Fiama Hasse Pais Brandão
atracção que a insónia desse vultohá-de exercer sobre mim.
Rodoaté à tontura da morte.
Torturo-me
até à alegria...
Fiama Hasse Pais Brandão
Thursday, February 08, 2007
jjoycededalusII
jjoycededalusII
aquela chuva,foi não voltou.
aquela madrugada não chegou,
o viajante diz: -o teu pai chamou-te,
como quem diz
-o dever chama-te!
o Sol, riu-se em labaredas e,
eu aqueci as solas dos pés...
calejadas por tanto mergulhar de pés nas águas duma chuva ausente
aquela chuva,foi não voltou.
aquela madrugada não chegou,
o viajante diz: -o teu pai chamou-te,
como quem diz
-o dever chama-te!
o Sol, riu-se em labaredas e,
eu aqueci as solas dos pés...
calejadas por tanto mergulhar de pés nas águas duma chuva ausente
Wednesday, January 17, 2007
jjoycededalusII
jjoycededalusIIAs Amoras
O meu país sabe as amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.
Eugénio de Andrade
O meu país sabe as amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.
Eugénio de Andrade
Friday, January 05, 2007
jjoycededalusII: May 2006
adormeces desgraçado/
acordar para ti é pesadelo.../
escondes-te da tua própria sombra/
desgraçado.../
não tenho um mínimo de clemência para contigo!/
rastejas andrajoso, pegajoso, peçonhento/
maldito sejas!/
blasfemaste o meu nome/
ignomínia das ignomínias nem a boca limpaste.../
falas como um vil impropério bordejado a ciúme à Othelo/
abominado sejas e que jamais te soergas desse lamaçal que é a tua enxerga...
acordar para ti é pesadelo.../
escondes-te da tua própria sombra/
desgraçado.../
não tenho um mínimo de clemência para contigo!/
rastejas andrajoso, pegajoso, peçonhento/
maldito sejas!/
blasfemaste o meu nome/
ignomínia das ignomínias nem a boca limpaste.../
falas como um vil impropério bordejado a ciúme à Othelo/
abominado sejas e que jamais te soergas desse lamaçal que é a tua enxerga...
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