ingresso no 'geist' do dancarino filosofo
gasto-me
com
palavras
desgasto-me
com
pensamentos
calo-me.
dispo-me.
perco a visão
soprar no balão?
Não!
fujo com asas etílicas de tão etéreas...voo sobre o abismo
Só é emancipado, aquele que convive alegremente com a Ressaca.
Friday, November 04, 2005
Wednesday, October 26, 2005
jjoycededalusII
Hoje, um calor intrépido entesoa-nos a mente despreoporcionadamente e depois deparamo-nos com esta notícia:
'Depeche Mode destronam D`Zrt do Top nacional
O novo álbum dos Depeche Mode, «Playing the angel», destronou os D`Zrt ao entrar directamente esta semana para a liderança da tabela de vendas, informou hoje a Associação Fonográfica Portuguesa.'
'Depeche Mode destronam D`Zrt do Top nacional
O novo álbum dos Depeche Mode, «Playing the angel», destronou os D`Zrt ao entrar directamente esta semana para a liderança da tabela de vendas, informou hoje a Associação Fonográfica Portuguesa.'
Wednesday, October 19, 2005
jjoycededalusII
um pensamento que brota na modorra de uma nada provervial tarde de outubro.
Pensamento sobre a falta de acçãp humana: onde está o voluntarismo tão apregoado pelo advento do pensamento liberal? morreremos, muitos de nós, estupidamente, pois pombos correios homicidas negligentes nos trarão a missiva da morte.
Pensamento sobre a falta de acçãp humana: onde está o voluntarismo tão apregoado pelo advento do pensamento liberal? morreremos, muitos de nós, estupidamente, pois pombos correios homicidas negligentes nos trarão a missiva da morte.
Thursday, October 13, 2005
jjoycededalusII
Outubro , pleno outubro, as folhas caem, morrem seres vivos, renova-se a própria vida, altura de renovação do espirito, zuruck zu frei geist...
"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas
que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que
partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos
finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que
trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar cada
vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo....
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
"Quem são aquelas pessoas?"
Diremos...que eram nossos amigos e...... isso vai doer tanto!
-"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha
vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente......
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em
diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida,
isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo.....
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes
tempestades....
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os
meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"
Fernando Pessoa
"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas
que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que
partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos
finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que
trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar cada
vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo....
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
"Quem são aquelas pessoas?"
Diremos...que eram nossos amigos e...... isso vai doer tanto!
-"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha
vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente......
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em
diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida,
isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo.....
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes
tempestades....
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os
meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"
Fernando Pessoa
Monday, October 10, 2005
jjoycededalusII
Outubro matizado a cinza...outubro húmido,perfomante no perfume silvestre que se entranha narinas adentro!|
Sunday, October 02, 2005
jjoycededalusII
postei esto in www.verbojuridico.net (é reactivo,claro!)
Falar de crispação social,falar de deslegitimação do poder executivo é dar a mão à palmatóriae revelar falta de consciência crítica. Esta epifenómeno não passa disso mesmo. Evidentemente que o nosso país não pode deixar de ser de um momento para o outro aquilo que sempre foi: um país de corporações: e invocar um estatuto supra-funcionalismo público e com uma legitimidade 'ex-divina'pode colher em alguns espiritos incautos, mas não releva enquanto argumento válido.
O que vejo nesta sociedade civil(que existe maugrado a aversão)é sintomática: esta semana, tanto pereira coutinho como mexia, em entrevistas a programas da rtp elogiaram e mostraram-se agradavelmente surpreendidos com a governação, maxime as reformas implementadas.
Assim,que politicos terão tramado estes funconários públicos ligados ao mundo jurídico?
Falar de crispação social,falar de deslegitimação do poder executivo é dar a mão à palmatóriae revelar falta de consciência crítica. Esta epifenómeno não passa disso mesmo. Evidentemente que o nosso país não pode deixar de ser de um momento para o outro aquilo que sempre foi: um país de corporações: e invocar um estatuto supra-funcionalismo público e com uma legitimidade 'ex-divina'pode colher em alguns espiritos incautos, mas não releva enquanto argumento válido.
O que vejo nesta sociedade civil(que existe maugrado a aversão)é sintomática: esta semana, tanto pereira coutinho como mexia, em entrevistas a programas da rtp elogiaram e mostraram-se agradavelmente surpreendidos com a governação, maxime as reformas implementadas.
Assim,que politicos terão tramado estes funconários públicos ligados ao mundo jurídico?
jjoycededalusII
Outubro, deste outono outonal... a minha estação preferida.
Outubro faz.me acudir ao espirito Emmanuel Lévinas, e porquê?
Ou tu bro (diminutivo de brother)
Outubro faz.me acudir ao espirito Emmanuel Lévinas, e porquê?
Ou tu bro (diminutivo de brother)
Wednesday, September 21, 2005
jjoycededalusII
Veja-se o sumário de um acordão do Supremo Tribunal Administrativo: É supremo, um supra-sumo.
...in www.dgsi.pt....
024568
Data do Acordão: 05/04/2000
Tribunal: 2 SECÇÃO
Relator: JORGE DE SOUSA
Descritores: IRS.
INCIDÊNCIA.
MAGISTRADOS.
SUBSÍDIO DE COMPENSAÇÃO.
MAGISTRADO.
MAGISTRADO JUBILADO.
Sumário: I - A atribuição de casas a magistrados judiciais visa possibilitar-lhe, sem ónus, cumprirem o dever estatutário de assegurarem a manutenção de uma casa de habitação adequada à sua condição social.
II - A exigência de manutenção de tal habitação, mesmo que o magistrado não a habite, é imposta pela necessidade de dignificar a função dos magistrados, como membros de órgãos de soberania, dignificação essas que, reflexamente, dignifica a própria imagem do Estado perante os cidadãos.
III - Por tal exigência ter a ver com o prestígio da função de magistrado, ela é imposta também aos magistrados jubilados, pois estes mantêm todos os deveres estatutários dos magistrados no activo.
IV - O subsídio de compensação previsto no art. 29º, nº 2, da Lei 21/85, de 30 de Outubro, visa compensar os magistrados a quem não é atribuída casa, dos encargos com a manutenção de casa adequada ao prestígio das funções, que continua a ser-lhes exigida.
V - Todas as atribuições patrimoniais feitas a trabalhadores por conta de outrem que tenham carácter compensatório e não remuneratório, não estão abrangidas no âmbito de incidência do I.R.S..
VI - O art. 2º, nº 3, alínea c) do C.I.R.S. seria organicamente inconstitucional, por desconformidade com a lei de autorização legislativa em que se baseou a emissão do Código pelo Governo, se fosse interpretado como alargando a base de incidência do I.R.S. a atribuições patrimoniais feitas com o objectivo de compensar os trabalhadores por conta de outrem de despesas provocadas pelo exercício das suas funções.
VII - A mesma norma, se fosse interpretada dessa forma, seria também materialmente inconstitucional, por ofensa do princípio constitucional da igualdade, ao não fazer distinção, para efeitos de tributação entre atribuições patrimoniais remuneratórias e compensatórias.
VIII - A equiparação destes subsídios a ajudas de custo explicitada pela Lei nº 143/99, de 31 de Agosto, vem confirmar a sua natureza compensatória e não remuneratória e, não tendo estes sofrido qualquer alteração com este diploma, conduz à conclusão que essa equiparação, derivada da sua finalidade, já se justificava anteriormente.
Nº Convencional: JSTA00053644
Nº do Documento: SA220000405024568
Data de Entrada: 07/12/99
Recorrente: FAZENDA PÚBLICA
Recorrido 1: SILVA , JOSÉ E OUTRA
Votação: UNANIMIDADE
...in www.dgsi.pt....
024568
Data do Acordão: 05/04/2000
Tribunal: 2 SECÇÃO
Relator: JORGE DE SOUSA
Descritores: IRS.
INCIDÊNCIA.
MAGISTRADOS.
SUBSÍDIO DE COMPENSAÇÃO.
MAGISTRADO.
MAGISTRADO JUBILADO.
Sumário: I - A atribuição de casas a magistrados judiciais visa possibilitar-lhe, sem ónus, cumprirem o dever estatutário de assegurarem a manutenção de uma casa de habitação adequada à sua condição social.
II - A exigência de manutenção de tal habitação, mesmo que o magistrado não a habite, é imposta pela necessidade de dignificar a função dos magistrados, como membros de órgãos de soberania, dignificação essas que, reflexamente, dignifica a própria imagem do Estado perante os cidadãos.
III - Por tal exigência ter a ver com o prestígio da função de magistrado, ela é imposta também aos magistrados jubilados, pois estes mantêm todos os deveres estatutários dos magistrados no activo.
IV - O subsídio de compensação previsto no art. 29º, nº 2, da Lei 21/85, de 30 de Outubro, visa compensar os magistrados a quem não é atribuída casa, dos encargos com a manutenção de casa adequada ao prestígio das funções, que continua a ser-lhes exigida.
V - Todas as atribuições patrimoniais feitas a trabalhadores por conta de outrem que tenham carácter compensatório e não remuneratório, não estão abrangidas no âmbito de incidência do I.R.S..
VI - O art. 2º, nº 3, alínea c) do C.I.R.S. seria organicamente inconstitucional, por desconformidade com a lei de autorização legislativa em que se baseou a emissão do Código pelo Governo, se fosse interpretado como alargando a base de incidência do I.R.S. a atribuições patrimoniais feitas com o objectivo de compensar os trabalhadores por conta de outrem de despesas provocadas pelo exercício das suas funções.
VII - A mesma norma, se fosse interpretada dessa forma, seria também materialmente inconstitucional, por ofensa do princípio constitucional da igualdade, ao não fazer distinção, para efeitos de tributação entre atribuições patrimoniais remuneratórias e compensatórias.
VIII - A equiparação destes subsídios a ajudas de custo explicitada pela Lei nº 143/99, de 31 de Agosto, vem confirmar a sua natureza compensatória e não remuneratória e, não tendo estes sofrido qualquer alteração com este diploma, conduz à conclusão que essa equiparação, derivada da sua finalidade, já se justificava anteriormente.
Nº Convencional: JSTA00053644
Nº do Documento: SA220000405024568
Data de Entrada: 07/12/99
Recorrente: FAZENDA PÚBLICA
Recorrido 1: SILVA , JOSÉ E OUTRA
Votação: UNANIMIDADE
Tuesday, September 20, 2005
jjoycededalusII
Na Grécia antiga, nos dias de teatro, os tribunais fechavam e os presos eram soltos. Tudo vivia na embriaguez dionísica fautora de vida. Hoje estamos mais sóbrios, mais abertos, mas mais presos. Roma chegou, imperial e decadente, com os seus generais. Apud J. antónio Barreiros, in ‘patologia social’ – blog
Sunday, September 18, 2005
september sunday....I lov this station of the year
Manzana... Um espirito livre ávido de aventuras literárias!
Saturday, September 17, 2005
jjoycededalusII: uma homenagem aos servos do Verbo
vou deixar a beatriz deixar uma opinião.
Tu n ex nrml!!max axu bem!!!Bjx d 1ma topmodel supr fashion:BIA
Tu n ex nrml!!max axu bem!!!Bjx d 1ma topmodel supr fashion:BIA
jjoycededalusII: uma homenagem aos servos do Verbo
Permito-me 'samplar' esta pequeno excerto de um e.mail proveniente de luandatransversal de 13.02.2001:
Deslizou pela humidade da própria respiração até ao ruído transparente do chassis do peugeot que tentava beijar o alcatrão que lhe escapava a alta velocidade pela contracurva de um sono abreviado por uma viagem a Aveiro, à diocese, ver as beatas, avaliar-lhes os pecados, admirar a criançada que sabiamente lhes fogem. Segunda-feira de manhã, todas as empregadas da administração conservam no rosto as marcas das deusas-sexuais-de-fim-de-semana, como se viessem de um extenso campo de batalha sem classes, tal e qual como as mãos lixiviadas das empregadas de balcão.'
Deslizou pela humidade da própria respiração até ao ruído transparente do chassis do peugeot que tentava beijar o alcatrão que lhe escapava a alta velocidade pela contracurva de um sono abreviado por uma viagem a Aveiro, à diocese, ver as beatas, avaliar-lhes os pecados, admirar a criançada que sabiamente lhes fogem. Segunda-feira de manhã, todas as empregadas da administração conservam no rosto as marcas das deusas-sexuais-de-fim-de-semana, como se viessem de um extenso campo de batalha sem classes, tal e qual como as mãos lixiviadas das empregadas de balcão.'
jjoycededalusII: uma homenagem aos servos do Verbo
September morning...
Oh captain my captain!
10:06 : Pilatos através do verbo pôs uma questão que até hoje ninguém ousou responder: '-Onde está a verdade?'
Por isso hoje se desdenha com o 'lavar as mãos como Pilatos'. Mas, uns anos antes desta pergunta, já j. cristo tinha dito algo que ainda hoje impressiona moralistas e quejandos, a saber: '-quem não tiver nenhuma falta que atire a primeira pedra a esta pecadora'.
Oh captain my captain!
10:06 : Pilatos através do verbo pôs uma questão que até hoje ninguém ousou responder: '-Onde está a verdade?'
Por isso hoje se desdenha com o 'lavar as mãos como Pilatos'. Mas, uns anos antes desta pergunta, já j. cristo tinha dito algo que ainda hoje impressiona moralistas e quejandos, a saber: '-quem não tiver nenhuma falta que atire a primeira pedra a esta pecadora'.
Friday, September 16, 2005
uma homenagem aos servos do Verbo
Ao poeta luandense Tó kim
...postarei um escrito desse ilustre Autor sobre o Deus Pã...
passo a enumerar alguns dos meus 'deuses' da palavra escrita:
miguel esteves cardoso.......um heteroxoxo reaccionariamente ortodoxo
miguel sousa tavares...palavra escrita e... falada! - um desassombrado;
lobo antunes....um estranho perturbante que me faz acudir ao espirito D Lynch (ñ sei porquê!)
josé antónio barreiros....um príncipe grego clássico
...
depois deste post inicial o seu autor teve um colapso por esgotamento cerebral...Será que vai retomar esta 'opus'???
to be continued
...postarei um escrito desse ilustre Autor sobre o Deus Pã...
passo a enumerar alguns dos meus 'deuses' da palavra escrita:
miguel esteves cardoso.......um heteroxoxo reaccionariamente ortodoxo
miguel sousa tavares...palavra escrita e... falada! - um desassombrado;
lobo antunes....um estranho perturbante que me faz acudir ao espirito D Lynch (ñ sei porquê!)
josé antónio barreiros....um príncipe grego clássico
...
depois deste post inicial o seu autor teve um colapso por esgotamento cerebral...Será que vai retomar esta 'opus'???
to be continued
Subscribe to:
Comments (Atom)