“A face do Outro - não é a revelação do arbitrário da vontade mas da sua injustiça . A consciência da minha justiça produz-se quando me inclino não perante o facto mas perante o Outro. O Outro com a sua face não me aparece como uma ameça nem como um obstáculo , mas como o que me mede. É preciso para me sentir injusto que eu me meça com o infinito. É preciso ter a ideia de infinito que é também a ideia de perfeição, para conhecer a minha imperfeição.”
2 comments:
Acercarse a Otro, es encontrarse necesariamente una vez cara a cara con él, cercano y ausente, en su huella.
Pero es posible aproximarse a la idea de Dios partiendo de lo absoluto que se manifiesta en la relación con los demás.
El rostro pone el ser humano en relación con el mundo y le situa en el campo de la ética.
Es la cercanía de una justicia hecho a los seres humanos y la libertad que se deja tocar..El otro visto como parte de ti mismo, como única comprensión de la trascendencia de Dios..
Gracias por Levinas
a totalidade e o infinito.
nós todos estamos carregados em um mundo do Dizer Maternal.
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