Wednesday, October 10, 2018

slow hands

Ele vai levantar um objecto registado e nota uma ligeira mas suave diferença: a funcionária, outrora fedendo suor barato, exala ora a rosas, transudando saúde. -Senhor a que devo a honra de sua presença? Ele lança-lhe um papel escrevinhado pelo carteiro ad hoc e deixado desleixadamente na sua caixa postal. -A senhora é muito gentil, agradece, chocalhando moedas no bolso. -Agora pode usar-nos como banco postal, senhor! impetrou ela subindo os ombros, enquanto um balão vermelho se desprendia de um fio muito pouco visível e caía no balcão entre ela e ele.