Ele vai levantar um objecto registado e nota uma ligeira mas suave diferença: a funcionária, outrora fedendo suor barato, exala ora a rosas, transudando saúde.
-Senhor a que devo a honra de sua presença?
Ele lança-lhe um papel escrevinhado pelo carteiro ad hoc e deixado desleixadamente na sua caixa postal.
-A senhora é muito gentil, agradece, chocalhando moedas no bolso.
-Agora pode usar-nos como banco postal, senhor! impetrou ela subindo os ombros, enquanto um balão vermelho se desprendia de um fio muito pouco visível e caía no balcão entre ela e ele.
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