o major era uma pessoa demasiado séria para não ser algo distraído...Depois de ter servido o café à mesa nº3 da esplanada, foi interpelado pelo cliente nestes precisos termos: um copo de água se faz favor'. O major, que perante frases enigmáticas como esta, costumava pedir licença para se sentar e discutir filosofia, mecanicamente, foi pegar um copo de água, que momentos antes tinha surripiado a um cliente absorto no jornal diário da semana passada. Depois sentou-se no rebordo do muro da eslanada em observação copérnica ao fundo da bandeja. (to be continued)
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