veio o pardal
paradal de umbreiras e cemalhas,
gastas as palhas de ninhos desfeitos,
rodopios na citinlante o ofuscante planura dos céus...
ai mãezinha que te quedaste queda e muda quando tive de escolher distraído da minha vida.
o chilreio do pardal acorda-me o o peito que rebenta arfando e desarmando gestos inúteis...
1 comment:
O coração nunca desarma gestos inúteis... Quero eu acreditar que assim seja...
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